2010-2019 - Novas experiências e descobertas, com introdução de novas abordagens e a consolidação do sonho.

Em janeiro transferi meu escritório da Rua Dr. Costa Jr para a Rua Joazeiro: o único local que mantive como referência por mais de dez anos, em toda a minha vida. Mas a Costa Jr já estava inapropriada para estacionamento de veículos de clientes.

Em junho de 2011, usufruindo do direito a reciclagem pelo MBA-FIA, acompanhei as turmas XXXIV e XXXV à China, onde as aulas foram na Tonji University e Lyon University, em Shanghai, Lingnan University em Guangzhou e vários benchmarkings na Whirlpool, Vale, PS Eletronics, Cherry, dentre outras.

A esta vivência se seguiu a chegada de Vera naquele país e, juntos, fizemos um circuito de turismo. Eu havia estudado em Shanghai, Pequim e Guangzhou e nas duas primeiras repetimos turismo, seguidos de outras, como Xian e depois, fora da China, Hong Kong e Taiwan. O destaque do fora da China se deve ao fato de que ao sair para um desses lugares se cancelava o visto de entrada e não se podia voltar para a China Continental.

Da China, destaque para Xian, cidade dos soldados de terracota, pelo uso de tecnologias sofisticadas a serviço de tradição e cultura deles e Taiwan, pelo acervo fantástico do que havia dentro da Cidade Proibida, levados por Chiang Kai-shek, onde atualmente só oferece prédios vazios para visitação.

O que pude assistir nas aulas e apresentações e o que pude observar nos benchmarks e passeios turísticos transformou minha percepção da China e – principalmente – de seu futuro. Diferente da imagem que tinha, de grande produtora peças industriais de pouco valor agregado, conhecendo então um país que investe pesado em ensino, pesquisa e infraestrutura!

Na volta permanecemos 3 dias em Dubai, onde pudemos observar o que significa uma cidade artificial: 80% da mão de obra, especialmente a qualificada, é composta de estrangeiros que não tem acesso ao núcleo de poder nem a convivência íntima com as famílias consideradas nativas.

Mas continuava trabalhando e nessa época trabalhava para uma Empresa processadora de Vidros, onde a líder costumava contratar pessoas com potencial médio e depois as confinava em tarefas restritas. Através deste confinamento justificava a comprovação da incapacidade do contratado, mantendo um ciclo vicioso e lamentando não conseguir captar profissionais qualificados. Decidi então usar a técnica de espelho, ou seja, criar os meios para que ela repetisse a conduta perante eu e assim poder trabalhar alguma alteração nesse statu quo.

Pois bem, a técnica não funcionou e meu contrato foi rescindido, interrompendo uma parceria e oportunidade de ajuda que poderia – como na maioria dos locais onde trabalhei – perdurar até se alcançar os objetivos centrais da proposta.

Ao longo de 2012 negociamos, como casal, a construção de um apartamento nos fundos dos novos espaços profissionais. Iniciamos a obra em 2013,

Em fevereiro de 2013, usufruindo do mesmo direito a reciclagem pelo MBA-FIA, acompanhei outras turmas, então à Índia. Onde as atividades aconteceram em Bangalore, Nova Delhi e Agra. As aulas foram na MDI-Gurgaon Management Development Institute, e benchmarkings, como na GE, Infosys (Capgemini) e R&D Investments, SKF, Suzuki-Maruti, em Bangalore, dentre outras.

Muito impactado pelas diferenças sociais, consequência das inquestionáveis – para eles – castas, bem como pelo baixo grau de higiene em geral e os cuidados de segurança em particular, não usufruiu do aprendizado que gostaria. Mesmo com a ressalva do trajeto e das condições para se chegar em Agra, a interação com o majestoso Taj Mahal que me deixaram um impacto do que foi aquela cultura!

Em 2014  nos mudamos para o apartamento, nos fundos de nossos espaços profissionais. Como já consolidado na cultura do casamento, Vera decidiu 80% da decoração e eu a funcionalidade. Funcionalidade esta que produziu, dentre outros, um sistema de levar as bagagens por içamento para o sótão onde construímos um apartamento para filhos e visitas. Depois um monta cargas que leva as cestinhas de supermercado (sob medida) diretamente para dentro da cozinha. Girador para os carros, de forma a não precisar sair de ré ou tentar manobrar na garagem. Por exemplo.

Atualmente priorizo profissionalmente a representação (instrumentando o cliente ou atuando como seu preposto), em mediação (atuando como elemento neutro entre as partes) em processos relativos a associações, desassociações, fusões, parcerias e joint ventures em empresas familiares; consultoria a famílias em processos de sucessão não programada; processos de atualização ou fusão de culturas; definição de processos de automação; desenvolvimento de pequenas Empresas na área de prestação de serviços; instrumentação de negociações em processos de sucessão familiar, onde o diferencial está na explicitação das demanda de caixa que deverão existir em dez a quinze anos.

Também centrado na Assistência Técnica Presencial a potenciais herdeiros, depois de se focar em números financeiros. Com ou sem instalação de Conselhos de Administração, e/ou Acionistas e/ou de Família (patrimonial).

Formação/desenvolvimento de profissionais para trabalhar como autônomos e especializações, como a formação de Consultores e desenvolvimento pessoal, com arquitetura política. Este diferencial se explicita através de abordagens propostas em Personal Development, e do INDEEA.

Meu pré-requisito – para assumir processos de sucessão, é centrar a meta nas exigências de disponibilidade de caixa para as famílias, numa perspectiva de 10 a 15 anos.  Afinal, família não vive de balanço. Vive de caixa, líquido.

Em 2014 incorporei o primeiro projeto, nesta linha.

Mas, uma vez aceito o desafio, acompanho os que estejam envolvidos no processo em atividades externas, capitalizando todo o aprendizado acumulado desde as experiências na Divisão Melanie Klein em Porto Alegre e no Posto de Saúde em Novo Hamburgo. Não me restrinjo mais a atividades em grupo, Conselhos, etc.

Ao longo de 2015-2016,  Vera e eu participamos ativamente dos movimentos de rua no Brasil. Nem tanto por nos posicionarmos em determinada orientação filosófica-política porque – sabemos – em todas as hipóteses, somos massa de manobra. Mas, especialmente porque um fenômeno, para mim, estava marcando a história brasileira: o questionamento (o fim deve demorar algumas décadas) sobre as leis próprias para políticos, que aprendi nos primeiros anos de minha vida.

Em 2017, já interagindo em novo projeto, estou podendo praticar a nova abordagem, centrada nas demandas de caixa.

Agora, no mundo (ao menos de cultura chamada ocidental),  estamos em meio a uma transição no que diz respeito a informações (não confundir com conhecimento, conforme ensinou Maturana). As chamadas redes sociais transformaram nossa forma de acesso ao que desejarmos, o que não quer dizer que estejamos informados.

Para estarmos informados é preciso, em primeiro lugar, que estejamos abertos a novas informações que, uma vez aceitas, passam a empurrar nossas certezas e verdades. Quantos de nós tem esta disponibilidade emocional e neurológica?

Escuto críticas ao acesso de conhecimentos via instrumentos como  TED, por ser uma plataforma que só permite ideias rápidas e, consequentemente, superficiais. Mas seria o portal TED a causa ou ao contrário? Este portal dá acesso a pessoas que sempre estiveram e estão marginalizadas em termos de conhecimento ou absorve quem já tem o hábito de buscar informação com fundamento?

A pesquisa do Instituto Pró-Livro, sinaliza que no Brasil temos uma dos mais baixos índices de leitura, per capita, do mundo. E se olharmos as estatísticas com olhares de Steven Levitt ou Nassim Nicolas Taleb? Será que os assíduos frequentadores do TED não representam uma evolução do percentual que não acessava nada?

Outro fenômeno da transição atual que influencia meu trabalho é a mutabilidade das profissões. No caso brasileiro, com o preconceito consolidado na era Getulio Vargas segundo o qual só os pobres deveriam ser profissionalizados no segundo grau. A resultante deste modelo é escolas caras e de qualidade discutível no 3º grau. Os efeitos ainda não são percebidos porque o modelo ainda alimenta o status, resultante de interesses corporativos nas Universidades Públicas e econômicos nas demais.

Tal qual nos países desenvolvidos, espero que a profissionalização saia do 3º para o 2º grau porque ali se formariam artesãos, com maior chance de mobilidade. E o terceiro grau, dada a demanda por mobilidade profissional? Creio que a tendência será a das Universidades voltarem às suas origens.

E tenho a convicção de que ainda cabe citar a experiência atual, com Álvaro Castro. Ela tem muitas semelhanças com a experiência na MBR, com o Eng. Antonio Carlos Seara. Ele me provoca em desafios conceituais e históricos, o que reativa meu prazer em estudar, pesquisar e criar modelos alternativos. Lidar com empresário que gosta de estudar é sempre um desafio e se aprende muito.

Finalmente, cabe registrar que em outubro desse ano de 2017  fui diagnosticado com Neoplasia Pancreática Maligna, o que me dava um prognóstico de pouco mais de seis meses de vida. Renovado depois a cada três meses, com o que em ainda estou trabalhando normalmente. Apesar de limitações físicas, especialmente para viagens.

Este tipo de câncer foi o que levou a óbito Luciano Pavarotti, Steve Jobs, Carlos Eduardo (Karman), dentre outros famosos. Logo, não há muito que discutir!

Qual a resultante, outra vez, metafísica?

Encontros inesperados, especialmente resultantes do retorno de ex-clientes e colegas. No Espaço Jorge Chapiro (sala para trabalhos coletivos, no meu escritório e de Vera) acumulam-se dezenas de livros recebidos nos últimos 12 meses. Dificilmente conseguirei ler todos, mas assim como registrei impactos que recebi de outras obras, destaco o Antifrágil – coisas que se beneficiam com o caos – de Nassim Nicholas Taleb. (Best Business, 2018).

Como consequência, um susto: desde outubro de 2018 convivo com um sentimento agradável e de grandes trocas. Afetivas e intelectuais porque foi ficando claro que é melhor receber todas estas manifestações em vida!

Mantendo as atividades profissionais, com ajuda destacada de minha esposa Vera, dos filhos Sérgio, Márcia, Henrique, Ana, a adjunta Cristiane; do genro Cezar e nora Marilia e de nossa governanta, Nalva; dos irmãos Gilberto, Elaine e Nelson, sob a orientação técnica do Médico Oncologista Dr. Victor de Jesus, venho superando cada período-prognóstico, mas consciente que não há como reverter o quadro e a tendência.  Se não que postergar, dia-a-dia, meu fim anunciado.

E em janeiro deste ano de 2019, Vera e eu completamos 25 anos de vida a dois, em São Paulo, iniciados em 25/01/1994. Casamo-nos formalmente em 1998. A proposta, desde 2014, era de se formatar um evento comemorativo na cidade de Pomerode, SC. Mas devido ao meu estado de saúde isto foi ajustado para uma festa intimista, apenas com os 4 filhos, genro, nora e neta. Infelizmente o genro e o neto que vivem em Madrid não puderam estar presentes, mas o ambiente serviu para ratificar uma conquista desse casal: a qualidade e afeto na convivência de nossos quatro filhos. Dois de cada um!

E vale outro destaque: em 25 anos, que teve como ponto de partida os 54 de idade, adquirimos/construímos 3 casas; trabalhei na AR, UY e PY; completei o MBA-Internacional, o curso de Direito; estudei nos USA, China e Índia. Conquistei o título de Advogado e mudei três vezes o target de meu trabalho. Valeu!

Atualmente trato de me adaptar a extinção dos notebooks, com os quais convivi, desde meu primeiro, Texas, adquirido com estímulo do Karman, em 1993!

Ainda sobre Getulio, obtenha mais informações sobre as Empresas para quem trabalhou e trabalha clicando aqui.

Quais marcas mais significativas foram consolidadas no ciclo 2010-2019?

  • Que ainda estou rodeado de muitas avós como a minha, Marieta. Todos culpando tecnologias por falta de atitudes solidárias perante os outros. São pessoas que sempre seriam assim e que apenas encontraram um instrumento para se proteger. Está claro, para mim, o quanto evoluímos em todos os campos, desde os anos 1950.
  • Que sempre vale a pena lutar e construir um sonho renovado, ou substituído.
  • Que não se pode usar, generalizadamente, o conceito de Papel Básico. Como a maioria das pessoas o desconhecem, ou resistem a ideia de interromper discussões que não afetam resultados, os relacionamentos interpessoais ficam empobrecidos. Solução? Ainda estou buscando.
  • Que H. Maturana estava corretíssimo: confundimos capacidade de articular palavras com conhecimento. Didática com desenvolvimento de habilidades. Por exemplo, uma pessoa pode conquistar um título de Pós DOC em psicologia clínica sem nunca ter estado à frente de um paciente. Pode dissertar a respeito dos índios amazônicos, sem nunca ter visitado uma aldeia, etc. etc.
  • Que todos os dias podemos aprender mais, com a simples revisão do que praticamos ontem. As barreiras estão vinculadas aos nossos paradigmas que tendem a colocar nossa experiência na dianteira do experimento.
  • Que é preciso muito cuidado na experimentação de técnicas, quando estamos tratando com a(s) pessoas de maior poder, dentro da Organização.
  • Que nos processos de seleção, exceto casos específicos, cada vez importa menos o currículo. Tento identificar a capacidade do candidato se adaptar e construir soluções não pensadas, de preferência em grupo. Mas ainda não consegui uma linha para trabalho que possa considerar uma trilha.
  • Que aplicar técnicas ditas de coaching, sem uma concomitante engenharia política (forma de poder que dá identidade a determinada instituição) tende a produzir mais disfunções coletivas. Justamente por afetarem a relação de uma instituição com seu mercado, também no sentido filosófico que engloba instituições não lucrativas.
  • Que uma corrente que defende estruturar a empresa a partir do diálogo de seus líderes, sem pré definição (mesmo que através destes grupos) do objetivo mercado a ser conquistado, tende-se a repetir o que aconteceu com o D.O. (Desenvolvimento Organizacional), nas décadas de 1970-1980.
  • Que  estou convicto de que não se consegue um processo de sucessão familiar adequado, em Empresas, sem atuar e envolver os herdeiros e potenciais herdeiros sobre a geração de caixa futura. Antes, até com artigos publicados, entendia que as grandes corporações ficavam à margem desta variável, por poder contratar grandes escritórios de advocacia e de auditoria. Fatos passados, a que tive acesso, e presentes relacionados a um dos maiores grupos nacionais, comprovam a tese.
  • Que por primeira e segunda vez consegui efetivar um processo de sucessão em empresa familiar começando por levar os herdeiros a calcular as demandas de caixa para daqui a 10 e 20 anos. O resultado está sendo surpreendente, quer seja pela reação positiva (reconstruindo) quer seja delegando para os pais, por medo ou consciência da própria dificuldade para assumir o papel e gerar o caixa.
  • Que consolidamos modelos hipócritas para justificar ações ditas em benefício da sociedade, que mais persegue a consequência do que a causa.  Por exemplo, enquanto a classe média consumir drogas em larga escala, existirão traficantes. Se extinguirmos todos, hoje, amanhã eles serão repostos, com preços maiores porque o risco terá aumentado: Tem mercado, aparece fornecedor.
  • Que apesar de toda a liberação sexual, ocorrida a partir dos anos 1960, a prostituição e outras formas ditas rejeitadas pela sociedade, permanece como negócio sólido, em todo o mundo: Tem mercado, aparece fornecedor.
  • Que as Empresas, por pressão de mercado, vêm sendo compelidas a reduzir seus chamados benefícios. Há uma clara tendência na diminuição do paternalismo empresarial, estruturado desde quando se construíam casas em volta das fábricas. Na época, para garantir a fixação do operário especializado e – de preferência – garantir sua sucessão dentro da família. A rapidez com que as tecnologias foram transformando a realidade extinguiu este modelo.
  • Que em breve a sociedade, como vem ocorrendo nas Empresas,  será compelida a abandonar a proteção a diferentes infratores. Onde todos pagam para alguns poucos. Por exemplo, em determinada estrada há uma placa sinalizando que a velocidade não deve passar de 30 km/h, mas determinado cidadão entra a 80 km/h, ou mais. Acidenta-se e a sociedade paga uma fortuna para seu resgate, tratamento e – muitas vezes – sua aposentadoria. Mas quem cometeu a infração, este cidadão ao não respeitar a sinalização ou a sociedade que não instalou um limitador eletrônico em seu carro?  Etc., etc. Estas práticas, sociais, mobilizam recursos inimagináveis do cidadão comum, resultante de uma estrutura caríssima, que tem de ser operada por detrás. Desde a engenharia das instalações (guard rails, placas, sinalizações eletrônicas, equipamentos das guardas etc.) até a capacitação e disponibilidade 24h de guardas e socorristas. E, depois, outro tanto na ocupação da burocracia estatal e nos tribunais.
  • Que a psicologia, ou psicologismo, estruturado a partir dos anos 1960 ratificou uma ideia – equivocada – de que o homem não seria um animal que está submetido a leis da natureza, como os demais. Particularmente as neurociências vêm quebrando esta maneira de se estudar o homem no ecossistema.
  • Que a tendência das Universidades será a de voltar às origens. Ou seja, abandonar o modelo profissionalizante a que foram obrigadas a partir da revolução industrial. As mutações, criações e extinções de profissões está a requerer um nível de cultura e conhecimentos gerais que só o modelo antigo, centrado em ciências puras e saber, poderá aportar!
  • Que Alvin Toffler e seu Choque do Futuro tende a ser resgatado: o professor profissional (só ensina o que lê e não tem atividade prática, paralela) é um mal social.
  • Que a maioria das pessoas teve uma educação (ou doma????) muito positiva. Demonstra o que se convenciona chamar de boas índoles. Mas ainda há pouco respeito ao outro (postura social) no dia-a-dia. Particularmente, nós, brasileiros, que demonstram ser excessivamente individualistas.
  • Que a experiência deixou de ser útil, dada a velocidade das transformações. Se sobrou sabedoria, ótimo, se não, o mais útil é não tentar usá-la. É preciso se estar atento para construir e aprender a cada novo momento de vida.
  • Que a vida vale pelo que se constrói. É o que permanece. É o eterno. O que se diz se esvai ao vento!

Finalmente, referência a clientes diante dos quais, com certeza, estarei fazendo omissões indevidas, mas também através dos quais aprendi e fui transformando minha maneira de conceber Organizações.

Dentre eles clientes grandes, pequenos e, ainda, de minha cota de trabalho voluntário. Mas aceito o risco das omissões e promovo alguns destaques para agradecer aos que mais lideraram meus trabalhos dentro de Organizações, influenciaram e influenciam em minha forma de abordar, introduzir, criar técnicas e manter resiliência. Resiliência em particular nos casos de menor sucesso, quando o mais fácil seria fazer segundo padrão das grandes consultoria: produzir um relatório a respeito da parte que deixaram de fazer e desaparecer.

Não estão consideradas as assessorias individuais – personal development. Entre os citados, há os que terminei ou continuo, com um resultado muito positivo, positivo ou negativo.

Pela ordem predominantemente temporal:

Paulo Povedano (Norton); José Theoto (Norton); Antonio Duphles do Amarante (EMBRATEL); Luiz Marcelo Moreira de Azevedo (CESP); Brenno Pacheco Borges (CTC), seguidos de seu filho Oscar M. P. Borges  e netos, Hélio Meirelles e Flávio Smith; Carlos Eduardo Correa da Fonseca – Karman – (BANCO ITAÚ-ITAUTEC-ABN); Reinaldo Rubbi (ITAUPLAN-ELEKEIROZ); Livio Guida (SERRANA-JARI CAULIM-PARÁ PIGMENTOS); Norberto Gomes Alves (TELMA-TELEMAT);  Eng. Schulmann e, especialmente, Júlio Cézar da Motta Meirelles (ELETROSUL-ITAIPU) Sérvio Tulio (TELAMAZON) Luiz Carlos Fernandes (SERRANA-CIMPOR); Antonio Carlos Seara (MBR); Roberto Estéfano (CAMBUCI); Gilberto Lopes (HORTIFRUTI); Basilio e Nelson Jafet (EVOLUÇÃO ENGENHARIA); Jussara Lopes (YARA-HANNA) e Hozana Bortolotto (ESTRELA VIDROS).

Sobre dezenas de parcerias com as áreas de RH, com profissionais com quem aprendi grande parte do que sei, simbolizo em cinco por terem se mostrado focados no negócio, nos clientes, e não apenas em pessoas:  Cândido Oliveira (TELMA);  Carlos Alberto Begnis (COPESUL); Helena Fantezia (EMBRATEL), Reginaldo Appa (ELEKEIROZ) e Virginia Drumond (ELETROBRÁS).

Em tempos presentes, como clientes, já em outro segmento:

Hélio e Flávio (CTC); Jorge Gouveia e Kleber Fernandes (SIMA); Angel Sala e Cecília  (ASSIST); Matilde Diniz  e Francisco Almeida (TRIEX); Álvaro Castro (VIVA-Fashion), seus filhos Andréia, Rafael e o informal, Paulo Toledo (BRISA). Os individuais estão omitidos aqui, por razões óbvias…